Por que?

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A minha primeira viagem ao Brasil ocorreu no 2004 e revelou ‘iluminadora” : a musica, o ambiente e as pessoas que encontrei me envolveram ao ponto de eu querer atravessar o oceano também três vezes por ano para conhecer novos ângulos desse país, 27 vezes maior do que a Itália.
Em 2006 conheci a ilha de Boipeba, paraíso na terra reconhecido pela UNESCO e habitado por pacíficos nativos em sintonia com o ambiente: sem duvida comprei um terreno e organizei uma pequena estrutura receptiva. A harmonia do lugar e a distância sideral dos lugares mais imagináveis de característica ocidental, torna o reduto ideal para encontros de trabalho, pequenos convênios, eventos formativos. Em particular, Boipeba è un lugar vocado a treinamento ao ar livre, que superando os limites da fomação tradicional constitue um instrumento realmente eficaz para a tranferência da formação ao trabalho.
A escolha de criar este lugar de encontro apoia-se na profissão que há vente anos me coloca em contato com as empresas como auditor, consultor ou instrutor. Paralelamente às palestras sobre qualidade de processo/produto e técnicas de auditoria, dedico-me ao desenvolvimento das competências transversais: gerenciamento de mudanças, criatividade, inteligência emocional no trabalho. Duas escolas de pensamento utilizadas como instrutor certificado são de matriz norte americana (6 seconds) e holandesa (Core Quality).
Em conjunto com as atividades de auditoria e de ensino, estou dirigindo o Centro de Formação de CSQA, entre os lideres italianos na área da certificação voluntária e regulamentada de processos, produtos e serviços.
Maurizio Michieli
Boipeba - Maurizio Michieli firmaBoipeba - Maurizio Michieli firma

A formação ao ar livre

Como observado, o processo de aprendizagem não acontece de maneira racional: envolver as pessoas também no plano emocional e físico – portanto experimental – significa aumentar o valor percebido por eles.
Com o apoio de situações concretas que têm semelhanças com o contexto de trabalho (da tomada de decisões à delegação, desde a negociação à gestão dos conflitos) pode-se desenvolver habilidades gerenciais através da capacidade de aprender com a experiência. Hoje as difentes competências do líder são aquelas de “praticar a realidade”, enfrentando as dificuldades e aproveitando as oportunidades, encontrando novos caminhos e guiando as pessoas em direção à novas metas. Em uma experiência de formação ao ar livre as atividades fisicas são apenas instrumentos: não é o nível de dificuldade que interessa, quanto a sua percepção subjetiva e o pleno envolvimento emocional dos participantes, que possam ser capazes de mobilizar e colocar em jogo as próprias energias disponíveis.